[..] Agora, eu consigo captar o exato momento que a madrugada chega e sopra seu vento mais frio sobre você, que está deitado esperando o sono. Esse sopro te faz compreender o quanto a solidão é cruel. Ela não perdoa nem o mais puro coração. Nesse instante, você lembrar-se-á de como o meu abraço era quente e seguro.
Também consigo sentir o amargo gosto do seu arrependimento penetrando em cada célula do seu corpo e te fazendo beber muito, procurando fugir cada vez mais da realidade.
11 de maio de 2009
(de modo Absolut)
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