É estranho perder o sono de madrugada para decifrar certos pensamentos, assim como é estranho não conseguir dormir devido à perturbação que eles causam.
É estranho alternar entre a visão clara e obscura do mundo ao meu redor.
É estranho ter tantas palavras querendo ir garganta a fora e ter a obrigação de impedi-las cada vez mais.
É estranho haver tantos detalhes em aberto, tantas perguntas sem respostas, tanta vontade abstrata.
É estranho não caber mais no lugar que eu conquistei e que um dia pensei ser meu por toda a vida.
É estranho estar ensinando lições que já me foram ensinadas, e ver tantas pessoas na mesma situação que eu já estive.
É estranho ver o inverno entrando pela janela aberta e lembrar quantas portas já me foram fechadas.
É estranho continuar inventando desculpas para não fazer certas coisas, sabendo que são necessárias.
É estranho ver tanta hipocrisia maquiada e continuar com as mesmas vontades com as mesmas pessoas.
É estranho passar pelo mesmo portão mas sem o mesmo motivo.
28 de julho de 2009
22 de julho de 2009
"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."
A força das palavras se vai, mas não sem deixar grandes marcas. Tais marcas sempre estarão dentro de mim, no entanto, não afetarão minha felicidade. Não quero mais adiar minha felicidade assim como tentei evitar meu sofrimento. Se fosse em tempos antigos, até aceitaria viver desse modo. Mas não. Não estou disposta a viver me lamentando a cada dia. Quantos meses mais de enrolação? Quantas viagens mais para aparar as arestas que não querem ser aparadas? Chega. Quero ser feliz, e ninguém roubará esse meu direito.
Por favor, não comente sobre isso. Não me interessa a opinião de ninguém, não quero saber sobre nenhum ponto de vista. Estou decidida e isso basta. E também não pense que é apenas mais uma utopia. "Como ela será feliz carregando as marcas citadas?". É simples. Nenhum sentimento é perfeito, e a felicidade se constitui de altos e baixos. Superarei os baixos sozinha e só eu comemorarei os altos.
E assim seguirei, com o futuro que a vida me presentear.
A força das palavras se vai, mas não sem deixar grandes marcas. Tais marcas sempre estarão dentro de mim, no entanto, não afetarão minha felicidade. Não quero mais adiar minha felicidade assim como tentei evitar meu sofrimento. Se fosse em tempos antigos, até aceitaria viver desse modo. Mas não. Não estou disposta a viver me lamentando a cada dia. Quantos meses mais de enrolação? Quantas viagens mais para aparar as arestas que não querem ser aparadas? Chega. Quero ser feliz, e ninguém roubará esse meu direito.
Por favor, não comente sobre isso. Não me interessa a opinião de ninguém, não quero saber sobre nenhum ponto de vista. Estou decidida e isso basta. E também não pense que é apenas mais uma utopia. "Como ela será feliz carregando as marcas citadas?". É simples. Nenhum sentimento é perfeito, e a felicidade se constitui de altos e baixos. Superarei os baixos sozinha e só eu comemorarei os altos.
E assim seguirei, com o futuro que a vida me presentear.
20 de julho de 2009
Desde crianças, somos instruídos a seguir a frase: "Faça o que seu coração manda". Crescemos ouvindo esse conselho - afinal, coração de criança é puro - e na pré-adolescência, ele ainda está presente nas conversas entre mães e filhos, avós e netos. Quando nos tornamos adolescentes, o senso crítico aflora, e nos perguntamos se essa frase está mesmo correta.
Há anos, fico dividida ao responder essa questão. Nossa mães - e avós - só querem o nosso bem, por que dariam um conselho equivocado? Ao mesmo tempo, com milhões de pessoas sendo instruídas a seguirem o coração, por que o mundo está essa loucura? Será que matar crianças inocentes durante bombardeios no Oriente Médio é obedecer ao coração? Creio que não.
Particularmente, acredito que tal conselho está correto. O grande equívoco da população é a falta de experiência em ouvir o coração, já que ele é uma das partes do corpo menos valorizadas. É raro ter um tempo diário para pensar no que realmente é importante e pôr na balança o real peso dos desejos almejados. Uma vez que essa atitude se torna realidade, os resultados da reflexão dificilmente virão à tona, pois é muito mais cômodo continuar empurrando o mundo com a barriga e fechando os olhos para a realidade.
E assim vamos, dia após dia, geração após geração. Não é a toa que hoje estamos pagando o preço da comodidade das gerações anteriores, assim como as futuras pagarão pela nossa atual insistência na ignorância.
Há anos, fico dividida ao responder essa questão. Nossa mães - e avós - só querem o nosso bem, por que dariam um conselho equivocado? Ao mesmo tempo, com milhões de pessoas sendo instruídas a seguirem o coração, por que o mundo está essa loucura? Será que matar crianças inocentes durante bombardeios no Oriente Médio é obedecer ao coração? Creio que não.
Particularmente, acredito que tal conselho está correto. O grande equívoco da população é a falta de experiência em ouvir o coração, já que ele é uma das partes do corpo menos valorizadas. É raro ter um tempo diário para pensar no que realmente é importante e pôr na balança o real peso dos desejos almejados. Uma vez que essa atitude se torna realidade, os resultados da reflexão dificilmente virão à tona, pois é muito mais cômodo continuar empurrando o mundo com a barriga e fechando os olhos para a realidade.
E assim vamos, dia após dia, geração após geração. Não é a toa que hoje estamos pagando o preço da comodidade das gerações anteriores, assim como as futuras pagarão pela nossa atual insistência na ignorância.
8 de julho de 2009
Eu não queria, mas ela queria. E como queria! Olhava-me fixamente nos olhos, e a sua vontade ficava mais evidente a cada segundo. Às vezes ela disfarçava, desviando o olhar para minha boca. Ainda assim, sua mão segurava forte meu pescoço, e seus lábios imploravam para sentir o meu gosto.
Sou um homem tradicional, viúvo e cavalheiro à moda antiga. Não é correto essa moça estar dentro de minha casa, e o frio que está fazendo lá fora me convida para uma taça de vinho à beira da lareira. No entanto, eu fugiria dos meus princípios se deixasse-a na chuva, como a vi pela primeira vez. Por isso ofereci o convite para entrar em meu apartamento, mesmo sem saber de onde ela veio e quem ela é. Isso não importa agora. Suas pernas estão perfeitamente encaixadas no meu colo, e só agora reparei o quanto são alvas e compridas. Quantos anos será que ela tem? Sua rosto me faz pensar que tem no máximo quinze anos de inocência pura. Mas seu corpo.. Seu corpo me faz pensar que já é uma mulher formada e com larga experiência. Permaneço nessa dúvida enquanto ela se levanta e me pergunta se pode experimentar um banho quente. Pode, é claro que pode. As toalhas ficam na segunda gaveta debaixo da pia.
Ela vai em direção ao banheiro e fecha a porta. Pelo barulho, percebo que não trancou a porta. Ouço o som do chuveiro e abro a porta tão levemente que pareço uma pluma. Ali, escondido dela, posso ver a água caindo sobre seu corpo, e parece que (também) tem medo de machucá-la. É claro que a admiro em desfoque devido ao vidro que nos separa, mas posso imaginar como é belo cada fragmento do seu corpo. Após alguns instantes, fecho a porta e a deixo acabar de tomar seu tranquilo banho, afinal ela não pode saber que metade de mim (ou mais que a metade) a deseja por completo. Faço um leite quente para nós dois (nada de vinho por hoje!) e arrumo a cama do quarto de hóspedes para ela descansar a noite toda, conforme o merecido.
A noite passa e eu esqueço de dormir tentando encaixar as peças desse complexo quebra-cabeça. Claro que não obtenho sucesso, e quando levanto da cama, vou ao quarto ao lado - onde ela está. Noto sua ausência. Para onde ela foi? Confiro a casa e vejo que tudo está intacto, ela não levou nada consigo. Nada além da minha vontade de tê-la. O que farei agora? Passo a mão por baixo do travesseiro e tiro um papel. Abro-o rapidamente, mas só há uma palavra: "Voltarei".
Tanto tempo já se passou, e ainda estou aqui, no mesmo prédio, com a mesma vida. E ela, pode onde anda? Não sei, estou cansado de esperá-la. Mas olhe, olhe pela janela. O tempo está muito fechado, presumo que vá chover muito essa noite, e depois o frio chegará. Será que..?
Sou um homem tradicional, viúvo e cavalheiro à moda antiga. Não é correto essa moça estar dentro de minha casa, e o frio que está fazendo lá fora me convida para uma taça de vinho à beira da lareira. No entanto, eu fugiria dos meus princípios se deixasse-a na chuva, como a vi pela primeira vez. Por isso ofereci o convite para entrar em meu apartamento, mesmo sem saber de onde ela veio e quem ela é. Isso não importa agora. Suas pernas estão perfeitamente encaixadas no meu colo, e só agora reparei o quanto são alvas e compridas. Quantos anos será que ela tem? Sua rosto me faz pensar que tem no máximo quinze anos de inocência pura. Mas seu corpo.. Seu corpo me faz pensar que já é uma mulher formada e com larga experiência. Permaneço nessa dúvida enquanto ela se levanta e me pergunta se pode experimentar um banho quente. Pode, é claro que pode. As toalhas ficam na segunda gaveta debaixo da pia.
Ela vai em direção ao banheiro e fecha a porta. Pelo barulho, percebo que não trancou a porta. Ouço o som do chuveiro e abro a porta tão levemente que pareço uma pluma. Ali, escondido dela, posso ver a água caindo sobre seu corpo, e parece que (também) tem medo de machucá-la. É claro que a admiro em desfoque devido ao vidro que nos separa, mas posso imaginar como é belo cada fragmento do seu corpo. Após alguns instantes, fecho a porta e a deixo acabar de tomar seu tranquilo banho, afinal ela não pode saber que metade de mim (ou mais que a metade) a deseja por completo. Faço um leite quente para nós dois (nada de vinho por hoje!) e arrumo a cama do quarto de hóspedes para ela descansar a noite toda, conforme o merecido.
A noite passa e eu esqueço de dormir tentando encaixar as peças desse complexo quebra-cabeça. Claro que não obtenho sucesso, e quando levanto da cama, vou ao quarto ao lado - onde ela está. Noto sua ausência. Para onde ela foi? Confiro a casa e vejo que tudo está intacto, ela não levou nada consigo. Nada além da minha vontade de tê-la. O que farei agora? Passo a mão por baixo do travesseiro e tiro um papel. Abro-o rapidamente, mas só há uma palavra: "Voltarei".
Tanto tempo já se passou, e ainda estou aqui, no mesmo prédio, com a mesma vida. E ela, pode onde anda? Não sei, estou cansado de esperá-la. Mas olhe, olhe pela janela. O tempo está muito fechado, presumo que vá chover muito essa noite, e depois o frio chegará. Será que..?
30 de junho de 2009

Mas o que eu gosto mesmo é de parar o que estou fazendo só para ficar pensando em você. Fico lembrando dos nossos poucos momentos, e logo percebo como foram grandiosamente bons. Lembro também do seu rosto, da forma como cada pedaço se encaixa bem nele. Aí é quando eu lembro o quanto gosto dos seus olhos - muito parecidos com o da sua irmã - e do jeito que seu olhar me vê de cima, como se estivesse dizendo "Estou te protegendo".
Nesses momentos, tantas perguntam invadem a minha cabeça. Nosso passado é tão extenso, mas sem nenhum detalhe relevante. O presente é totalmente o oposto. Como será o futuro? Não falo sobre algum plano nosso como ir ao show do Nando Reis. Falo sobre nós, eu e você. Juntos? Não sei. Mas por que não? Não enxergo um motivo concreto para nossa história não dar certo, embora as escolhas do destino não me pertencerem.
O que importa realmente é bem que você me faz, e acho que você já está cansado de saber disso, né? (Desculpa, não tenho culpa se não consigo parar de te lembrar o quanto é gostoso estar com você!) Quanto ao resto, confia em mim que tudo vai ficar bem.
29 de junho de 2009
Escreve sua autobiografia! Nela deverá conter sua visão sobre quem você é, o que você gosta e não gosta de fazer, seu histórico de tudo o que aconteceu com você e isso tenha sido importante para seu desenvolvimento pessoal, físico e emocional. O que acredita que já tenha feito de errado e se arrependeu, o que gostaria de ter feito e não fez, qual o motivo. Quais as suas expectativas frente à escolha da futura profissão, da futura carreira, como é a sua escolha para sua família, amigos, namorado (a), qual a influência deles na escola e o que você pretende fazer daqui 2, 5 e 10 anos.
Há 17 anos, tive a oportunidade de vir conhecer o mundo. Desde essa época, minha ansiedade predominava sobre qualquer sentimento e resolvi participar do mundo 15 dias antes do esperado. Não quis esperar pelo mês seguinte e no próprio dia 24 de Junho avisei o corpo da minha mãe que minha vez de ver o sol chegara.
Nasci no dia São João, tipicamente festivo, mas isso não influenciou no meu comportamento. Gosto de sair, ir em festas com meus amigos, mas meu lado reservado é bem mais aflorado. No entanto, ter crescido na casa dos meus avós - meus pais trabalhavam o dia todo - resultou em uma menina familiar e tranquila. Nunca fui de aprontar grandes artes e o gosto pelos estudos rendeu poucos cabelos brancos aos meus pais.
Aos 9 anos de idade, eu e meus pais saímos de Votuporanga para morar em São José do Rio Preto. Duas cidades relativamente próximas, mas muitos contrastantes. Essa mudança fez eu me desenvolver muito, mas teve seu preço. A menininha teve que aprender o que é a criminalidade e esquecer a vontade de brincar o dia inteiro na rua. Felizmente, não perdi o contato com os votuporanguenses e os visito frequentemente.
Por natureza, sou uma pessoa extremamente fechada, e considero esse o meu maior erro. Não é uma característica admirável, mas certamente não é uma escolha minha. Ninguém gosta de sofrer e sofrer sozinha é pior ainda. Já tentei mudar essa situação várias vezes, mas ainda não tive sucesso. Mesmo assim, desistir não faz parte de mim.
Sobre o futuro, eu tenho medo. Não aquele medo excessivo, apenas algumas dúvidas me cercam, o que é normal. Já faz muito tempo que decidi seguir a carreira de Direito e isso me proporcionou uma segurança maior nesse ano decisivo. Além disso, o apoio que minha família dá quanto às minhas decisões é maravilhoso.
Em um futuro próximo, pretendo estar dentro de uma boa universidade e que eu realmente goste do meu curso. Consequentemente, estarei longe dos meus pais, e não será fácil. Entretanto, estou totalmente disposta e aberta a essa sucessão de desafios.
Há 17 anos, tive a oportunidade de vir conhecer o mundo. Desde essa época, minha ansiedade predominava sobre qualquer sentimento e resolvi participar do mundo 15 dias antes do esperado. Não quis esperar pelo mês seguinte e no próprio dia 24 de Junho avisei o corpo da minha mãe que minha vez de ver o sol chegara.
Nasci no dia São João, tipicamente festivo, mas isso não influenciou no meu comportamento. Gosto de sair, ir em festas com meus amigos, mas meu lado reservado é bem mais aflorado. No entanto, ter crescido na casa dos meus avós - meus pais trabalhavam o dia todo - resultou em uma menina familiar e tranquila. Nunca fui de aprontar grandes artes e o gosto pelos estudos rendeu poucos cabelos brancos aos meus pais.
Aos 9 anos de idade, eu e meus pais saímos de Votuporanga para morar em São José do Rio Preto. Duas cidades relativamente próximas, mas muitos contrastantes. Essa mudança fez eu me desenvolver muito, mas teve seu preço. A menininha teve que aprender o que é a criminalidade e esquecer a vontade de brincar o dia inteiro na rua. Felizmente, não perdi o contato com os votuporanguenses e os visito frequentemente.
Por natureza, sou uma pessoa extremamente fechada, e considero esse o meu maior erro. Não é uma característica admirável, mas certamente não é uma escolha minha. Ninguém gosta de sofrer e sofrer sozinha é pior ainda. Já tentei mudar essa situação várias vezes, mas ainda não tive sucesso. Mesmo assim, desistir não faz parte de mim.
Sobre o futuro, eu tenho medo. Não aquele medo excessivo, apenas algumas dúvidas me cercam, o que é normal. Já faz muito tempo que decidi seguir a carreira de Direito e isso me proporcionou uma segurança maior nesse ano decisivo. Além disso, o apoio que minha família dá quanto às minhas decisões é maravilhoso.
Em um futuro próximo, pretendo estar dentro de uma boa universidade e que eu realmente goste do meu curso. Consequentemente, estarei longe dos meus pais, e não será fácil. Entretanto, estou totalmente disposta e aberta a essa sucessão de desafios.
24 de junho de 2009
Hery:
Oi linda... Bom dia pimaaaa!
Que seu dia seja tão maravilhoso quanto você, afinal hoje é um dia especial, dia este que Deus nos mandou você de presente pelos braços confiáveis de sua mãe!
Neste dia quem ganha presente somos nos amigos e familiares que temos a benção de ter você do nosso lado!
Meus parabéns, muita felicidade, que seu brilho possa iluminar seus caminhos e que sejam cheios de glorias, sucesso e muita, mas muita alegria!
Desejo de todo coração um feliz aniversario!
São humildes e modestas palavras mas que digo com todo calor e sinceridade do coração
Fique com Deus... Feliz aniversário
beijão
Hery
Oi linda... Bom dia pimaaaa!
Que seu dia seja tão maravilhoso quanto você, afinal hoje é um dia especial, dia este que Deus nos mandou você de presente pelos braços confiáveis de sua mãe!
Neste dia quem ganha presente somos nos amigos e familiares que temos a benção de ter você do nosso lado!
Meus parabéns, muita felicidade, que seu brilho possa iluminar seus caminhos e que sejam cheios de glorias, sucesso e muita, mas muita alegria!
Desejo de todo coração um feliz aniversario!
São humildes e modestas palavras mas que digo com todo calor e sinceridade do coração
Fique com Deus... Feliz aniversário
beijão
Hery
{ Homenagem
Há 17 anos atrás ela nascia.
Quase do tamanho da palma de uma mão,
pouco cabelo, olhos pequenos,
pele rosada e mãos frágeis.
Talvez chorando...
Talvez três tapinhas no bumbum...
Tímida ou assustada,
ou as duas coisas...
Mas lá estava ela,
a novidade da família,
queridinha do papai,
princesinha da mamãe,
e netinha querida da vovó.
17 anos depois ela crescia.
Já não era quase do tamanho da palma de uma mão.
Cabelos loiros, lindos por sinal.
Olhos grandes e bem definidos.
Pele clara e lábios destacados.
Comedora de brigadeiro,
não consegue se entender com o microondas.
Apreciadora de uma boa música,
não vive sem Nando Reis.
Adora a cor laranja.
Delicada e espontânea,
cheirosa e bonita,
charmosa e cheia de presença.
Parabéns, hoje é o seu dia. }
/route-06
Há 17 anos atrás ela nascia.
Quase do tamanho da palma de uma mão,
pouco cabelo, olhos pequenos,
pele rosada e mãos frágeis.
Talvez chorando...
Talvez três tapinhas no bumbum...
Tímida ou assustada,
ou as duas coisas...
Mas lá estava ela,
a novidade da família,
queridinha do papai,
princesinha da mamãe,
e netinha querida da vovó.
17 anos depois ela crescia.
Já não era quase do tamanho da palma de uma mão.
Cabelos loiros, lindos por sinal.
Olhos grandes e bem definidos.
Pele clara e lábios destacados.
Comedora de brigadeiro,
não consegue se entender com o microondas.
Apreciadora de uma boa música,
não vive sem Nando Reis.
Adora a cor laranja.
Delicada e espontânea,
cheirosa e bonita,
charmosa e cheia de presença.
Parabéns, hoje é o seu dia. }
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